quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Crônica - Luiz Antonio Cardoso

PAZ

Falaremos hoje sobre a PAZ – este estado de tranquilidade cultivado por pessoas que, ao viverem em nosso planeta, fizeram dele um mundo melhor, sejam pelas atitudes diretas aos que tiveram a alegria infinda de conviver com elas, sejam pelos imensos legados que alguns deles deixaram, servindo de exemplos para muitos que buscam, a cada dia, a melhoria de si mesmos, e consequentemente, um mundo mais justo, feliz e pacífico!

Acredito piamente que, todos nós que aqui estamos, existindo, vivendo, dando curso a uma etapa de nossa vida, temos missões diversificadas. Estas missões podem assumir diversos papéis. Há as missões que nós mesmos nos colocamos durante nossa existência, como por exemplo a de estudantes, desportistas, pais de famílias, profissionais, artistas, religiosos, agentes sociais...

Há missões que, sem ao menos pensarmos, ou mesmo querermos, acabam surgindo em nossos trilhares, e muitas vezes fazem-se imprescindíveis, ou mesmo inevitáveis.

E há uma missão – a mais importante em minha concepção – que reúne todas as outras, e que foi estabelecida pela Lei Divina, Deus, Jeová, Javé, Alá, Força Cósmica, Budha, Khrisna, Realidade Fundamental, Je-ho’vah, Brahma, Jesus Cristo, Mawu, Olorun, Zambi, Guaraci, Quetzalcóatl, Inteligência Suprema... é a missão de retornarmos para a pátria espiritual, para o céu, nirvana ou como queiram denominar, melhores de que quando chegamos ao plano terrestre.

É a missão de, a cada minuto, contribuirmos para com nossa sociedade, com a humanidade, com o ecossistema, com a própria natureza e para com nós mesmos.

É a missão de ao menos tentarmos fazer com que as pessoas saiam mais felizes após momentos de convívio conosco.

A missão de construirmos um ambiente harmonioso em nossos lares, e em todos os lugares por onde passarmos, cultivando uma aura de paz e de doçura por onde quer que passemos.

É a missão de não acharmos que nossas crenças religiosas são as melhores, e que as outras são falhas, mas sim, de vivenciarmos as maravilhas que nossas doutrinas nos passam, sendo assim, exemplos vivos aos nossos irmãos, sem a necessidade de palavras, de frases... pois as atitudes serão verdadeiras testemunhas e pregarão por nós.

É a missão de nunca querer ser o melhor, mas sim, ser o melhor que puder, dentro das nossas possibilidades, que podem ser infindas se acreditarmos...

É uma simples missão: a de vivermos cada vez mais intensamente, a cada dia buscando melhorias interiores e a cada segundo sendo felizes, não se esquecendo do que sentenciou Aristóteles - o Grande Sábio de Estagira - há séculos: “a felicidade consiste em fazer o bem”.

Vamos, portanto, aceitar o convite feito há décadas pelo genial músico britânico, John Lennon: “vamos dar uma chance para a paz!” Mas esta chance precisa nascer primeiramente dentro de nós... e como em todo germinar, precisam morrer dentro de nós alguns empecilhos enraizados, como o egoísmo, o orgulho, dentre outros...

Então minhas caríssimas amigas, meus caríssimos amigos: convido-os a trilharem o caminho da paz universal, da paz singela, da paz profunda, assim como eu, autor deste texto, tentarei fazer: seguir aquilo que eu mesmo acabo de recomendar por estas linhas...

Paz e luz a todos, hoje e sempre!

LUIZ ANTONIO CARDOSO

Coordenador Geral Municipal
da Seção Taubaté-SP-Brasil
do Movimento UNIÃO CULTURAL

Um comentário:

  1. Meu querido mestre e amigo.
    Trilhar o caminho dessa proposta de paz, exige o exercício diário do observar-se e escolher qual atitude tomar, e nem sempre damos conta de tais aspectos quando empreganados de mágoa estamos.
    A forma como se vive hoje, distancia o humano dele mesmo, com inúmeras distrações e provocações para a queda, porém, o homem que busca seu caminho de paz certamente encontra pessoas que o auxiliam a caminhar de forma correta.
    Obrigada

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